domingo, 3 de junho de 2012

Isso é coisa de maluc... Digo, digo, de matemático!..

     Vocês já pensaram como é que seria viver dentro de formas geométricas relativamente pequenas (aquelas que necessitariam de pouco tempo para a compreensão do observador que vivesse lá dentro)?!

     Não entendo muito de física, e sei lá eu o que os físicos dizem a respeito da forma de nosso Universo... Mas fiquei pensado... Como seria viver em um Toro (a casca de uma rosquinho), ou até mesmo em um cilindro...

     Se o cilindro tivesse raio pequeno, as coisas seriam mais ou menos assim:


     Por outro lado, viver num Toro seria bem mais divertido... Sei que a maior parte das pessoas que costumam ler o blog já estão familiarizados com o Toro, mas para os que não estão, vamos falar um pouquinho sobre tal forma:

    Existem várias formas de se visualizar um Toro, e entender como é que as coisas funcionam dentro de um... Vou tentar explicar de forma bem superficial... Se não gostar, vai tomar no meio do seu rabo e depois peça que um topólogo lhe explique melhor, seu maldito!

     Como ia dizendo, existem várias formas de se visualizar um toro: A primeira delas é como uma rosquinha oca... Isso mesmo uma rosquinha...


     Mas quando queremos entender e responder perguntas tais como "Como será viver em um Toro?!", vê-lo assim não traz muita vantagem... Então, o que podemos fazer é desmontá-lo de forma esperta. Por exemplo, podemos ver o Toro como sendo o produto cartesiano de duas circunferência... Tipo assim, você se lembra do plano cartesiano lá do colégio... Então, é tipo essa ideia, só que no lugar das duas retas, você coloca duas circunferências...


     Mas o ponto que eu queria chegar é que podemos fazer dois cortes na rosquinha, e transformá-la em um retângulo, cujos lados paralelos estão identificados sem que o torçamos... O primeiro corte a transformaria em um cilindro e o segundo num retângulo...


     Pensa só que legal... Para quem visse de fora, seria como aquele joguinho antigo Asteroids, os até mesmo o Snake que vinha nos celulares antigos...


E se por cargas d'água ainda mantivéssemos o nosso jeitinho 3D de ser, conseguiríamos ver tudo (ou quase tudo) mais ou menos assim:


Bom... É só isso... Se o tema lhes interessa, pesquisem um pouco sobre.


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